quinta-feira, junho 23, 2005
Vou-me embora pra Pasárgada
Vou-me embora pra Pasárgada
Lá sou amigo do rei
Lá tenho a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada
Vou-me embora pra Pasárgada
Aqui eu não sou feliz
Lá a existência é uma aventura
De tal modo inconseqüente
Que Joana a Louca de Espanha
Rainha e falsa demente
Vem a ser contraparente
Da nora que nunca tive
E como farei ginástica
Andarei de bicicleta
Montarei em burro brabo
Subirei no pau-de-sebo
Tomarei banhos de mar!
E quando estiver cansado
Deito na beira do rio
Mando chamar a mãe-d'água
Pra me contar as histórias
Que no tempo de eu menino
Rosa vinha me contar
Vou-me embora pra Pasárgada
Em Pasárgada tem tudo
É outra civilização
Tem um processo seguro
De impedir a concepção
Tem telefone automático
Tem alcalóide à vontade
Tem prostitutas bonitas
Para a gente namorar
E quando eu estiver mais triste
Mas triste de não ter jeito
Quando de noite me der
Vontade de me matar
— Lá sou amigo do rei —
Terei a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada
Lá sou amigo do rei
Lá tenho a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada
Vou-me embora pra Pasárgada
Aqui eu não sou feliz
Lá a existência é uma aventura
De tal modo inconseqüente
Que Joana a Louca de Espanha
Rainha e falsa demente
Vem a ser contraparente
Da nora que nunca tive
E como farei ginástica
Andarei de bicicleta
Montarei em burro brabo
Subirei no pau-de-sebo
Tomarei banhos de mar!
E quando estiver cansado
Deito na beira do rio
Mando chamar a mãe-d'água
Pra me contar as histórias
Que no tempo de eu menino
Rosa vinha me contar
Vou-me embora pra Pasárgada
Em Pasárgada tem tudo
É outra civilização
Tem um processo seguro
De impedir a concepção
Tem telefone automático
Tem alcalóide à vontade
Tem prostitutas bonitas
Para a gente namorar
E quando eu estiver mais triste
Mas triste de não ter jeito
Quando de noite me der
Vontade de me matar
— Lá sou amigo do rei —
Terei a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada
domingo, junho 19, 2005
"Shyness is nice and
Shyness can stop you
From doing all the things in life
You'd like to"(The Smiths - Ask)
Shyness can stop you
From doing all the things in life
You'd like to"(The Smiths - Ask)
quinta-feira, junho 16, 2005
Possuía um amigo, daqueles que possuíam uma malícia natural. Sabe aquele amigo que já via filme pornô hardcore, qdo vc ainda achava playboy o máximo? Por intermédio desse amigo conheceram-se. Ela era mais velha uns dois anos e talvez por um instinto maternal, achou-o fofo. Foi assim que sem saber conheceu a musa de sua infância (essas coisas só se sabe depois...). Ela era linda, a mais linda do colégio pra alguns, e, a partir do dia em que a conheceu, tornou-se a mais linda pra ele com certeza. Ela era demais! Já possuia as formas de uma mulher, enquanto ele era apenas um garoto cuja distinção entre ele e uma menina de sua idade era apenas a presença de um pequeno pinto. E diziam que ela gostava dele! Ele tinha saído da fase das lancheiras não fazia nem muito tempo e ela já usava uma bolsa com todos os apetrechos que se deve ter numa bolsa de uma mulher. Ficou marcada na cabeça dele por causa dessa bolsa, uma bolsa bege com listras brancas de uma marca de grã-fino. Todos dias em que chegava no colégio dava uma olhada nos bancos pra ver a bolsa, que indicaria à ele se ela já tinha chegado, se ela tinha ido pra escola. Um dia chegou e não viu mais a bolsa... Entristeceu-se por causa disso, mas seguiu a vida sempre lembrando dela...
quinta-feira, junho 09, 2005
Trata-se de um processo de humanização de uma pessoa. Começa a perceber defeitos, coisas que antes não percebia, inebriado por toda aquela situação. Às vezes se pergunta: "pq fiquei assim por ela?". O pro eh que de vez em qdo ele se lembra...